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Penúltimo episódio. Que dor no coração pensar que só temos mais um episódio inédito de Lost para assistir e depois de domingo, c’est fini.

Mas foi exatamente essa vibe de penúltimo episódio que o 6×16 – What They Died For passou. Claro que tivemos revelações que eu realmente não achava que veríamos até a finale, mas a sensação foi de tudo se ajeitando para o clímax da temporada. Os flashsideways – que até há pouco tempo, eu confesso que achava um tanto quanto inúteis – estão na mesma vibe da ilha. Tudo confluindo para um evento bombástico.

O Desmond, aliás, se transformou naquele que tudo vê e tudo sabe e vai conseguir reunir todos no mesmo lugar na finale. Espero que seja remotamente explicado como e porque ele tem todo esse conhecimento agora. Foi muito, muito legal rever a Alex e a Rosseau e eu já vi que tem gente torcendo para o Ben e a Rosseau ficarem juntos no final. Eu sinceramente espero que não. Seria muito bizarro demais para a minha cabeça. A misteriosa mãe do David – que é um fofo! – finalmente aparecerá na finale, ao que tudo indica. Eu continuo apostando na Juliet.

Aliás, mistério solucionado de como o Michael Emerson ficou de olho roxo há algumas semanas atrás: um daqueles socos que o Henry Ian Cusick deu nele acabou fazendo contato de verdade! Tanto que nas cenas da ilha dá para ver um hematoma gigante porcamente escondido por um pouco de maquiagem. A cena em que o Desmond liberta a Kate e o Sayid também foi sensacional e pudemos rever a Ana Lucia! Tudo bem que eu nunca gostei dela, mas é sempre legal rever personagens que já se foram.

Também tivemos a wake-up call do Locke, que se ligou que tem alguma coisa acontecendo e que todas aquelas coincidências não podem ser apenas coincidências. Outra coisa que eu achei estranha: por que o Desmond ligou para o Jack, se passando por um funcionário da Oceanic, dizendo que havia encontrado o caixão do Christian?

Já na ilha, o clima é de tensão e tristeza. Jack, Kate, Sawyer e Hurley, ainda desolados pela perda dos Kwon e do Sayid, ficaram pela praia naquela noite e pela manhã, Jack cuidou do ferimento da Kate, numa alusão gigantesca à mesma cena da primeira temporada. Parabéns à Evangeline Lilly, que foi brilhante nesta cena. Sawyer se sente culpado pela morte dos amigos, mesmo depois que Jack diz que não foi sua culpa. E realmente, a culpa não deixa de ser dele. Mas ao mesmo tempo, eu não o culpo por não confiar no Jack depois de tudo que aconteceu.

Seguindo as instruções de Sayid, os quatro vão atrás de Desmond. No entanto, são interceptados por Jacob. Este aparece como menino para o Hurley, primeiramente, e rouba suas cinzas (que o Hurley havia tirado das coisas da Ilana). Mais tarde, ele aparece para todos e os chama para bater um papo em volta da fogueira para que ele possa explicar tudo. Fogueira essa que contém as cinzas dele e que quando se extinguir, o fantasminha do Jacob some junto com ela. Portanto, as coisas têm que ser rápidas.

Kate exige uma explicação e quer um bom motivo para seus amigos terem morrido. Jacob pede desculpas e explica toda a situação da Fumaça/HdP e como a culpa de seu irmão estar assim foi dele e que a luz (coração/essência da ilha) tem que ser protegida do HdP. Mas para isso, ele precisa que um deles aceite o cargo. Aliás, Jacob afirma que a Kate ainda é uma candidata e que o nome dela foi riscado somente porque ela se tornou mãe, mas que a vaga ainda é dela se ela quiser. Engole essa, bando de Kate haters! Jacob também explica que os escolheu porque nenhum deles tinha uma vida feliz fora da ilha e todos eram solitários como ele.

Jack – previsivelmente – aceita o trabalho e rola aquele ritual de beber a água da fonte e tal. No entanto, eu tenho a impressão de que o candidato final não vai ser o Jack. Foi tudo muito fácil, muito previsível demais. Eu sinceramente acho que o candidato final vai ser o Desmond, que é o último recurso do Jacob, como foi revelado pelo Widmore antes de morrer.

Aliás, Big Bad Ben está de volta! Ah, Ben, eu tinha tanta esperança que você ia se redimir… doce ilusão. Porque o Ben se bandeou pro lado do HdP e matou o Widmore! Bastard! Não apenas matou o Widmore, como também concordou em matar quem o HdP quisesse. Ainda bem que o Miles fugiu antes da Fumaça chegar. Richard não teve tanta sorte e foi jogado longe pelo Smokie.

Ben e HdP vão até o poço onde Sayid deveria ter matado Desmond e descobrem que nosso querido escocês conseguiu fugir. HdP, no entanto, não fica chateado. Sabe por quê? Agora que ele sabe que o Desmond consegue suportar altas doses de eletromagnetismo, ele vai fazer o que sempre quis: além de sair da ilha, ele vai destruí-la.

M E D O !

Só mais um episódio. Eu vou chorar.

Até semana que vem, para o último review ever de LOST.

@lucianamangas

Primeiramente, peço desculpas pela demora desta review. Estou super atolada no trabalho e realmente não tive tempo de sentar e analisar o episódio até hoje. E que episódio polêmico, hein? Eu ainda estou muito dividida entre “MEU DEUS, QUE EPISÓDIO HORROROSO!” e “MEU DEUS, BEST EPISODE EVER!”

Sabe por quê? Tá, responderam algumas perguntas. Mas ao mesmo tempo levantaram outras trinta! E algumas das respostas foram muito meia-boca. Não sei, ainda não consegui decidir. Na terça-feira, depois que eu assisti o episódio eu juro que eu me senti meio burra porque fazia tempo que um episódio de Lost não me deixava tão confusa quanto o 6×15 – Across the sea me deixou. Talvez seja pelo cansaço (eu assisti na madrugada de terça para quarta), mas que eu fiquei uns dois minutos olhando para a tela igual a uma idiota depois que o episódio terminou, ah, isso eu fiquei.

Mas agora que eu tive a oportunidade de assistir novamente, eu não me senti tão burra assim. Na verdade, me senti um pouco decepcionada por alguns elementos. A tal da luz, por exemplo. O coração da ilha, a essência de todos os mistérios da vida: morte, renascimento e sei lá mais o que que a Mother falou.

Ta bom, legal. A essência da ilha é uma luz. Mas porque o Smokie saiu de lá depois que o Jacob jogou o irmão lá? Só temos mais dois episódios (três, tecnicamente, já que a finale vai ter duas horas e meia), será que eles vão conseguir explicar isso até lá ou vai cair no buraco negro de mistérios não-revelados?

Achei interessante o Jacob e o HdP serem irmãos gêmeos. Achei mais legal ainda o fato de eles serem amigos de verdade, mesmo discordando em algumas coisas. Fiquei decepcionada de não ter sido revelado o nome do HdP. Realmente achei que neste episódio finalmente eu iria ter um nome legal para substituir “HdP”.

Outro fato bem legal foi que quem deveria proteger a ilha – ou seja, o “escolhido” – era o HdP, e não o Jacob. Aliás, o Jacob era um idiota. Não tem opinião própria, só segue as ordens da mamãe e é totalmente feliz assim. O HdP ganhou a minha simpatia desde o momento em que ele, ainda menino, questiona a Mother. E quando ele descobre a verdade, você realmente sente pena dele. Afinal, ele só quer ir para casa. Com esse conhecimento agora, eu entendo perfeitamente as motivações dele de querer sair da ilha.

Mas uma coisa me deixou confusa. Quando o Jacob surta e joga o irmão na caverna de luz, a fumaça é liberada, certo? Mas logo depois o Jacob acha o corpo do irmão. Tanto que é revelado que o Adão e Eva que os Losties acharam na primeira temporada (com direito a um flashback de quando a Kate ainda usava batom e o Jack tinha peito cabeludo) eram, na verdade, Mother e o HdP. Então eu fiquei confusa. O que é a fumaça, exatamente?

Eu li uma teoria de que a Mother teria entrado na caverna e também se transformado no Smokie e foi desta forma que ela matou os Outros originais. Mas se ela é a fumaça, como que o HdP – até então um mero mortal, no meu entendimento – conseguiu matá-la? Será que foi porque ele a pegou de surpresa e não a deixou falar, como o Dogen falou para o Sayid? Será que esta é a única forma de acabar com o Fake Locke?

Pois bem, outro fato que chamou a atenção. As características do candidato para proteger a ilha não são estritamente positivas. Por exemplo, quando Mother e Menino de Preto conversam na praia e ela lhe diz que ele é especial. Jacob, até então, parecia o menininho perfeito. Bondoso, carinhoso, obediente, honesto, esperto. Seu irmão, no entanto, era manipulador, sabia mentir, mas também era bondoso e esperto. O que isso quer dizer, exatamente? O candidato tem que ter um equilíbrio entre o bem e o mal? É isso que o Jacob e o irmão deveriam ter sido? Se não tivessem nascido gêmeos, talvez Mother teria conseguido seu candidato perfeito e criá-lo para ser seu sucessor.

Uma última colocação – e acho que foi isso que me incomodou mais no episódio inteiro. Naquela cena em que o HdP conta para Mother que vai colocar uma roda num sistema que eles estão construindo e quando esta roda for girada, ele conseguirá sair da ilha, utilizando água e luz.

Eu estou presumindo que esta roda é a mesma que Ben e Locke utilizaram para sair da ilha e deslocar a ilha no tempo. Pois bem, até então eu estou achando que tem uma explicação remotamente científica por trás disso. Afinal, eles passaram seis temporadas nos empurrando goela abaixo termos e conceitos de eletromagnetismo, física quântica, viagem no tempo, entre muitos outros, e agora eles querem que eu aceite que tudo aquilo que eles mostraram está ligado à essência da ilha (vida, morte, renascimento, whatever) e pronto?

Eu sei que a grande premissa da série é exatamente o debate fé versus ciência. E eu sei que não deixa de se encaixar, mas não vai ter nenhuma explicaçãozinha científica? Nenhumazinha? E todos esses anos que eu passei teorizando sobre a Dharma Initiative? E as duas temporadas que eu passei assistindo Daniel Faraday nos explicando física? Onde que isso entra? Se não tem explicação científica, então quer dizer que no debate fé vesus ciência, a fé ganha?

Dois episódios, galera. Só mais dois episódios.

Por favor, Darlton. Não nos decepcione.

Primeiramente, gostaria de pedir desculpas pela demora deste post. A semana foi super corrida e eu nem tive tempo ou disposição para assistir o episódio duas vezes como sempre faço antes de fazer esta review. Então, vamos ter que confiar na minha memória.

Com isso dito, MEU DEUS, que episódio foi esse?!

Porque o 6×09 com o título Ab Aeterno foi um episódio totalmente fora dos padrões. Focalizado no nosso querido homem eterno Richard Alpert, Ab Aeterno finalmente revelou o passado de Richard, como ele foi parar na ilha, há quantos anos ele está lá e como ele virou braço direito do Jacob. E de quebra, ainda descobrimos o que a ilha realmente representa! Sinceramente, não quero ouvir um pio daqueles que reclamam, gritam e esperneiam pela falta de respostas.

Na verdade, este episódio me lembrou bastante o Flashes Before My Eyes da terceira temporada. O formato foi mais ou menos o mesmo, pois tivemos uma introduçãozinha e depois um mega flashback (e eu admito que estava com saudade dos FB!) e depois um finalzinho no tempo presente. Aliás, finalzinho, não! FINALZÃO!

Mas então, o episódio começa com um mini flashback da Ilana, onde revemos aquela cena em que o Jacob a visita num hospital. Só que desta vez, vimos a cena completa e Jacob lhe diz que ela precisa proteger os candidatos que restam e que se algo acontecer com ele, Richard saberá o que fazer. Depois disso, voltamos ao presente onde vemos o Richard dá a louca e diz que eles estão todos mortos, que a ilha é o inferno e que o Jacob era um louco varrido e vai embora batendo o pé. Tá bom, então, né.

Com isso, vamos ao FB do nosso homem eterno com lápis de olho permanente. Ricardo Alpert vivia nas Ilhas Canárias, em 1867, com sua mulher, Isabella. No entanto, Isabella estava muito doente e Richard vai em busca de socorro, que fica a meio dia de distância a cavalo. Isabella lhe dá uma correntinha com uma cruz de ouro para ajudar no pagamento do médico. Só que quando Richard encontra o médico, este é um filho da p*ta e se recusa a ir ver Isabella, além de dizer que o que o pobre do Richard tinha não iria cobrir as despesas do remédio. Richard se irrita, tenta arrancar o medicamento da mão do médico e na briga acaba sem querer matando o médico charlatão.

Como não podia fazer nada por ele e já estava com o remédio na mão, Richard volta o mais rápido possível para casa, mas era tarde demais. Isabella morreu enquanto ele estava buscando ajuda. Arrasado, ele acaba sendo preso pelo assassinato do médico. Na prisão ele encontra um padre ridículo, que se recusa a absolvê-lo de seus pecados, dizendo que ele vai para o inferno. Mas, eis que aparece um oficial inglês, que o compra para trabalhar no navio Black Rock de um tal de Magnus HANSO (antepassado do Alvar Hanso, patrocinador da Dharma Initiative, lembram?), e acaba o salvando da forca.

Uma vez no Black Rock, Richard e os outros escravos estão acorrentados ao navio e enfrentam uma tempestade bizarra, que acaba jogando a embarcação no meio da ilha depois de ser pega em um tsunami. Aliás, este tsunami também foi responsável pela destruição da estátua de Taweret, onde o Jacob mora.

Depois da tempestade, restam poucos sobreviventes no navio. O oficial inglês, que havia comprado o Richard nas Ilhas Canárias resolve matar todos os escravos, mas quando chega à vez de Richard, nosso querido Smokie aparece para salvá-lo. Então, com todos mortos, Richard fica ali ainda acorrentado ao navio. Aí começa uma seqüência do sofrimento dele para tentar se soltar sem sucesso. E aí está a minha única crítica ao episódio. Precisava ter feito esta montagem tão longa do pobre sofrendo? Se tivessem cortado pela metade, ainda faria sentido e o episódio não teria estourado o tempo, como estourou em 9 minutos.

Mas enfim, eis que o Homem de Preto aparece para salvá-lo. Admito que esta cena me surpreendeu porque eu realmente estava esperando o Jacob. E aqui, eu tiro o meu chapéu para o Nestor Carbonell porque a atuação dele foi impecável. Não só aqui, mas no episódio inteiro. Mas nesta cena em particular, ele foi sensacional. Quando ele tenta falar e a voz dele não sai direito, nossa, foi de partir coração. Ah, é importante lembrar que enquanto ele estava preso no Black Rock, a Isabella apareceu para ele e lhe disse que eles estavam mortos e que ali era o inferno. Daí logo depois o Smokie supostamente a pega e era uma vez a Isabella de novo. Aí sim, o Homem de Preto aparece, o solta, dá água para ele e confirma que ali realmente é o inferno e que o diabo capturou Isabella. Richard diz que fará qualquer coisa para resgatar sua mulher e o HdP diz que ele tem que matar o diabo, mas que para fazer isso ele tem que enfiar uma adaga no coração dele e sob nenhuma hipótese, ele pode deixar o “diabo” falar.

Agora, essa parte realmente me confundiu, pois estas foram as mesmas instruções que o Dogen deu ao Sayid para matar o Fake Locke; até a adaga era a mesma. Então, tanto o Jacob como o Fake Locke só podem ser mortos desta forma? Muito confuso.

Mas enfim, Richard vai até a estátua e lá rola uma briga muito tensa entre ele e o Jacob, que aliás dá muita porrada no pobre do Ricardo. Foi muito legal vê-lo assim, sem aquela calma e compostura toda que lhe é tão peculiar. Quando Richard diz que a ilha é o inferno e que ele está morto, Jacob o pega e o joga no mar, segurando sua cabeça debaixo d’água até o Richard admitir que ele está vivo e quer continuar assim. Foi muito, muito legal essa cena.

Aí eles sentam e conversam um pouco. Jacob pega uma garrafa de vinho e explica que o vinho é como se fosse uma entidade do mal, que fica presa ali dentro. A ilha age como a rolha da garrafa, não permitindo que esta entidade saia e se espalhe pelo resto do mundo. Então, traduzindo: o Fake Locke é a tal entidade do mal e a ilha não permite que ele saia. Ou talvez a presença do Jacob não permita que ele saia. Não sei. O que interessa é que finalmente foi explicado o que diabos é esta ilha!

Jacob então diz que o HdP acredita que todos os seres humanos são corruptíveis e que, cedo ou tarde, serão influenciados pelo mal. O que o Jacob faz é trazer algumas pessoas para a ilha e lhes dar uma segunda chance – onde o passado deles não importa – e permitir que eles façam suas escolhas por conta própria na ilha, sem nenhuma interferência de terceiros, para provar para o HdP que o ser humano é fundamentalmente uma criatura moral. Mas aí o Richard diz que se ele não interferir, o HdP vai interferir no lugar dele. Por isso, Jacob lhe faz uma proposta: ser o seu representante junto às pessoas que ele traz para a ilha. Em troca, ele lhe concede vida eterna. É bom atentar para o fato de que Jacob não pode trazer os mortos de volta à vida e não pode absolver os pecados – duas coisas que Richard lhe pediu antes de pedir a vida eterna.

Pois então, Jacob manda o Richard entregar a tal da pedra branca para o HdP, que lhe diz que se qualquer dia ele mudar de idéia, a proposta ainda está de pé. Por fim, o HdP lhe entrega a corrente com a cruz de Isabella, que Richard enterra.

De volta ao presente, Richard volta ao local onde havia enterrado a correntinha e a recupera. E depois começa a gritar se a proposta do HdP ainda está de pé, mas é interrompido pela chegada de Hurley, que esteve conversando com Isabella este tempo todo e aí rola uma cena tipo Ghost, com o Hurley no papel da Whoopi Goldberg e, assim, foi lindo. Foi triste, também. Quem diria que a história do Richard fosse tão trágica?

Daí o Hurley dá uma última mensagem de Isabella: Richard tem que ajudar a impedir o HdP de sair da ilha, senão todos vão para o inferno.

Por fim, voltamos a 1867, em uma cena muito parecida com aquela primeira cena de The Incident, na temporada passada. Jacob encontra o HdP e comenta sobre a sua tentativa de assassiná-lo. Espero que não joguem pedras, mas eu realmente prefiro o Titus Welliver do que o Terry O’Quinn interpretando o HdP. Ou talvez seja porque são épocas diferentes. Sei lá. Mas prefiro o HdP original, se é que ele é o original.

Mas voltando, o HdP diz que foi porque ele quer ir embora e pede para o Jacob o deixar ir. Jacob diz que não pode fazer isto e Hdp rebate dizendo que vai matá-lo e se alguém o suceder, ele os mata também, até que ele fique livre da ilha.

Jacob o ignora e lhe dá a garrafa de vinho para passar o tempo. Assim que ele vira as costas, o HdP espatifa a garrafa no tronco em que está sentado.

LOST.

Ufa! Demorou, mas chegou!

Se alguém reclamar que não houve respostas neste episódio vai levar uma coça! Ab Aeterno foi cheio de tons religiosos e metáforas. Tudo pareceu muito simbólico, mas de um jeito que nós pudemos entender a grandiosidade do jogo que rola entre o Homem de Preto e o Jacob. Uma coisa que me chamou a atenção foi que o HdP pediu para o Jacob o deixar sair. Isso quer dizer que o Jacob é superior a ele? E outra coisa, nós já vimos manifestações do Smokie fora da ilha, como na quarta temporada em que o Christian apareceu para o Jack no hospital, lembram? Pelo menos, eu presumi que era o Smokie.

Pela internet a fora, muita gente está considerando Ab Aeterno como o melhor episódio desde The Constant (4ª temporada), quisá o melhor de toda a série. Eu achei muito, muito, MUITO bom. Mas melhor que The Constant, eu já não acho, não. Mas no ritmo em que estamos, acho que vamos ter algum episódio que vai barrar o número 1 de Lost até hoje.

O que vocês acham?


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